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29 anos volvidos

Os dias estão cheios de acontecimentos banais, aos quais não atribuímos grande importância e, em certa medida, servem de queixume acerca da mesmice da rotina que nos assola o pensamento. Hoje aconteceu-me algo meramente banal. No entanto, no meio da banalidade, senti um “cair de ficha”, um murro no estômago, um nó no peito daqueles que parece que nos vamos afogar no meio de tamanha angústia. Não sucedeu nada de grave, somente a vida a desfilar pelas horas do quotidiano. Fui fazer compras à vila e aproveitei para entrar numa florista. Escolhi umas gerberas vermelhas – eram as suas preferidas - e outras flores “secas” que não me recordo bem do nome para levar ao cemitério. Já estava prestes a pagar quando a minha atenção se deteve numas velas, tendo perguntado os preços e os tamanhos para ver se fazia sentido adquirir alguma. No meio desta interação, a funcionária questionou-me se eu prefereria uma vela “branca ou uma que incluísse palavras/frases”, mostrando-me uma que dizia “Mãe”. Reso...

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